‘Guerra eletrônica’ vai mudar o mercado de carros compactos populares no Brasil

‘Guerra eletrônica’ vai mudar o mercado de carros compactos populares no Brasil

‘Guerra eletrônica’ vai mudar o mercado de carros compactos populares no Brasil

Concorrência entre fabricantes ampliará rapidamente a oferta de recursos sofisticados

Getty Images

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Foi-se o tempo em que os brasileiros apontavam os carros pelo tamanho do motor, pelo design ou pelos itens de conforto — como ar, direção e câmbio automático. Pesquisas recentes feitas por várias empresas confirmam a mudança de paradigma: o consumidor já vê no conteúdo eletrônico um diferencial decisivo na compra. Uma central multimídia com Bluetooth, porta USB e tela no painel, por exemplo, pode definir a escolha por um modelo.

Para Flavio Sakai, diretor de marketing e vendas da Harman, fabricante de sistemas profissionais de áudio, vivemos um tempo em que “tudo começa a ser mais software do que hardware”.

— As pessoas já falam no conteúdo do veículo, se tem leitor de mensagem, se o carro fala com você, se tem um recurso de segurança ativa, um sistema de emergência, se o carro alerta quando o motorista está com sono… Óbvio que o motor é importante, mas o consumidor está enxergando valor em sistemas como o start/stop, que ajuda a economizar. É bom para a vida, para o meio ambiente, para o planeta e para todos.

Entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, Sakai presidirá o Comitê de Telemática e Infotainment no Congresso Sae Brasil 2014, em São Paulo. Entre as pautas estão as desejadas centrais multimídia que invadiram o mercado em 2013. Sem revelar detalhes, o executivo contou que a Harman vai produzir centrais em larga escala a partir de outubro para uma grande montadora. Está prevista a entrega de 1 milhão de unidades por ano.

Fonte: R7

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Marco Aurélio administrator

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