Diante das circunstâncias seguro ainda é o melhor e maior negócio

Diante das circunstâncias seguro ainda é o melhor e maior negócio

A escalada da violência não deixa dúvida alguma de que jamais será vencida pela investida dos governos, das polícias em novas e melhores viaturas, armamentos de última geração e ou soldados treinados pela Swat – policia dos Estados Unidos – ou até mesmo pela Scotland Yard que terminou por matar o brasileiro Jean Charles, confundido com um terrorista, que nunca foi capturado ou provado!

A nossa violência está enraizada na crise socioeconômica e não na discriminação racial; não produzimos ex-combatentes de guerras para depois abandoná-los; não esbravejamos que somos ricos, no entanto não escondemos nossas crises internas e externas mascarando-as com Marketing perfeito.

Somos o Brasil! País tropical, de tamanho continental, com gente pobre e rica, bela e feia, branca e preta. Que ousamos morar nas redondezas das mansões, mesmo que dentro de uma mata ou nas ribanceiras dos morros, aguardando deslizar morro abaixo na próxima chuva forte.

Somos novos, portanto, cheios de vícios vencidos pelos países mais velhos!

O homem de bem foi desarmado pela lei de autoria do senador Renan Calheiros. Mas o bandido continua armado

As policias civil ou militar encontram-se impotentes pelas condições de trabalho e de salários que mal dão para passar o mês. São meros homens de farda suscetíveis a propina ou corrupção e ou à morte! Vivemos esta realidade.Estamos iniciando um ciclo de intempéries que a cada ano se tronarão mais fortes. Pode-se até intercalar entre tempos de guerra, um lance de paz. Todavia logo voltaremos às manchetes da escala da violência!
E para se intermediar esse tempo amargo só resta ao brasileiro sensato inverter algumas prioridades supérfluas, e investirmos em plano de saúde para não morrermos à míngua nas portas dos hospitais! Hoje sem distinção de plano ou hospital.E se tivermos um bem como um automóvel, moto, ou até mesmo eletrodomésticos, o certo é separarmos uma quantia para colocá-los no seguro. A única forma de ficarmos seguros!

Os índices de roubos, assaltos, sequestros relâmpagos e, incluam-se nestas realidades as intempéries do tempo – não estamos salvos destas ocorrências – basta olharmos para as cidades do norte do nosso estado, nos cobram esforços para fazermos um seguro do que temos de maior valor. Um carro ou uma moto!

A realidade nos pergunta todas as manhãs: será que voltarei para casa sem roubos ou sinistros? A resposta só final de cada dia.

Mas se tivermos um seguro, não há razão para brigarmos com o assaltante! A vida está preservada pelo seguro que nos garante o bem.

É uma dura realidade? É! Entretanto para nossa segurança, por enquanto, o seguro ainda é o melhor negócio!

Fonte: Jornal Correio do Povo 31/07/2010

Sobre o Autor

Marco Aurélio administrator

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